Blog To Express, Not To Impress

14
Out 09

Pathways

Understand, I'll slip quietly
away from the noisy crowd
when I see the pale
stars rising, blooming, over the oaks.

I'll pursue solitary pathways
through the pale twilit meadows,
with only this one dream:
You come too.

                      Rainer Maria Rilke

publicado por Alex às 11:27
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É não é?

publicado por Alex às 10:40
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13
Out 09

"(...)Ser feliz por momentos é algo de que não se deve ter vergonha. Momentos que o fim torna ridículos. A felicidade, como o amor, é um sentimento ridículo. Mas a felicidade, como o amor, só é ridícula quando vista de fora. (...) Não se deve ter vergonha de se ser feliz por momentos. Não se deve ter vergonha da memória de se ter sido feliz por momentos."

                                               José Luís Peixoto

publicado por Alex às 16:55

“Se escrevo o que sinto é porque assim diminuo a febre de sentir.

O que confesso não tem importância, pois nada tem importância. Faço paisagens com o que sinto.”

                                                                                     Fernando Pessoa

publicado por Alex às 11:03
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Promise me,
promise me this day
while the sun is just overhead
even as they strike you down
with a mountain of hate and violence,
remember, brother,
man is not our enemy.

Just your pity,
just your hate
invisible, limitless,
hatred will never let you face
the beast in man.

And one day, when you face this beast alone,
your courage intact,
your eyes kind,
out of your smile
will bloom a flower
and those who love you
will behold you
across 10,000 worlds of birth and dying.


Alone again
I'll go on with bent head
but knowing the immortality of love.
And on the long, rough road
both sun and moon will shine,
lighting my way.

                  Thich Nhat Hanh, 1965

publicado por Alex às 10:26
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12
Out 09

publicado por Alex às 18:44
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Para sonhar o que poucos ousaram sonhar.
Para realizar aquilo que já te disseram que não podia ser feito.
Para alcançar a estrela inalcançável.

 

Essa será a tua tarefa: alcançar essa estrela.
Sem quereres saber quão longe ela se encontra;
nem de quanta esperança necessitarás;
nem se poderás ser maior do que o teu medo.
Apenas nisso vale a pena gastares a tua vida.

 

Para carregar sobre os ombros o peso do mundo.
Para lutar pelo bem sem descanso e sem cansaço.
Para enxugar todas as lágrimas ou para lhes dar um sentido luminoso.
Levarás a tua juventude a lugares onde se pode morrer, porque precisam lá de ti.
Pisarás terrenos que muitos valentes não se atreveriam a pisar.
Partirás para longe, talvez sem saíres do mesmo lugar.

 

Para amar com pureza e castidade.
Para devolver à palavra “amigo” o seu sabor a vento e rocha.
Para ter muitos filhos nascidos também do teu corpo e – ou – muitos mais nascidos apenas do teu coração.
Para dar de novo todo o valor às palavras dos homens.
Para descobrir os caminhos que há no ventre da noite.
Para vencer o medo.

 

Não medirás as tuas forças.
O anjo do bem te levará consigo, sem permitir que os teus pés se magoem nas pedras.
Ele, que vigia o sono das crianças e coloca nos seus olhos uma luz pura que apetece beijar, é também guerreiro forte.
Verás a tua mão tocar rochedos grandes e fazer brotar deles água verdadeira.
Olharás para tudo com espanto.
Saberás que, sendo tu nada, és capaz de uma flor no esterco e de um archote no escuro.

 

Para sofrer aquilo que não sabias ser capaz de sofrer.
Para viver daquilo que mata.
Para saber as cores que existem por dentro do silêncio.
Continuarás quando os teus braços estiverem fatigados.
Olharás para as tuas cicatrizes sem tristeza.
Tu saberás que um homem pode seguir em frente apesar de tudo o que dói, e que só assim é homem.

 

Para gritar, mesmo calado, os verdadeiros nomes de tudo.
Para tratar como lixo as bugigangas que outros acariciam.
Para mostrar que se pode viver de luar quando se vai por um caminho que é principalmente de cor e espuma.
Levantarás do chão cada pedra das ruínas em que transformaram tudo isto.
Uma força que não é tua nos teus braços.
Beijá-las-ás e voltarás a pô-las nos seus lugares.

 

Para ir mais além.
Para passar cantando perto daqueles que viveram poucos anos e já envelheceram.
Para puxar por um braço, com carinho, esses que passam a tarde sentados em frente de uma cerveja.
Dirás até ao último momento: “ainda não é suficiente”.
Disposto a ir às portas do abismo salvar uma flor que resvalava.
Disposto a dar tudo pelo que parece ser nada.
Disposto a ter contigo dores que são semente de alegrias talvez longe.

 

Para tocar o intocável.
Para haver em ti um sorriso que a morte não te possa arrancar.
Para encontrar a luz de cuja existência sempre suspeitaste.
Para alcançar a estrela inalcançável.

                                                                                   Paulo Geraldo

 

 

...este post é para ti, migo...

 

publicado por Alex às 16:48

VIDEOGIOCO by Donato Sansone from Enrico Ascoli - Sound Design on Vimeo.

VIDEOGIOCO
animation and concept by Donato Sansone
sound design by Enrico Ascoli http://www.enricoascoli.com

 


Através de uma técnica de "dobragem de papeis" no chão, Enrico Ascoli fez uma curta espectacular! Show!

 

publicado por Alex às 16:26
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09
Out 09

 

"... de repente, percebo que só pertenço aos sítios onde não estou e que só me entrego a quem não está. percebo que troquei um futuro mais que perfeito por um presente indicativo mas não percebo quanto de tudo isso foi destino e quanto de tudo foi intenção ou propósito..."

                                                                     (autor desconhecido)

publicado por Alex às 11:06

08
Out 09

 

publicado por Alex às 17:36

publicado por Alex às 10:47
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publicado por Alex às 10:25
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publicado por Alex às 10:01
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07
Out 09

Sentir tudo de todas as maneiras,
Viver tudo de todos os lados,
Ser a mesma coisa de todos os modos possíveis ao mesmo tempo,
Realizar em si toda a humanidade de todos os momentos
Num só momento difuso, profuso, completo e longínquo.

  Álvaro de Campos
publicado por Alex às 15:31

06
Out 09

Good relationships balance over time.

This means that at any particular point in time, the relationship may appear quite unbalanced: One partner may be more nurturing; one may be more needy; one may be providing all the financial support, etc.

But if both partners are loving, understanding, giving, dedicated and flexible, then the relationship can handle all kinds of ups and downs, and still be strong, exciting and, yes, romantic. T

he best relationships are well balanced. Not a delicate balance; not a static balance- but a dynamic ever-changing balance.

Gregory Godek
publicado por Alex às 12:26

02
Out 09

"Vamos pela vida intercalando épocas de entusiasmo com épocas de desilusão.

De vez em quando andamos inchados como velas e caminhamos velozes pelo mar do mundo; noutras ocasiões – mais frequentes do que as outras – estamos murchos como folhas que o tempo engelhou. Temos períodos dourados, em que caminhamos sobre nuvens e tudo nos parece maravilhoso, e outros – tão cinzentos! – em que talvez nos apetecesse adormecer e ficar assim durante o tempo necessário para que tudo voltasse a ser belo.
Acontece-nos a todos e constitui, sem dúvida, um sinal de imaturidade. Somos ainda crianças em muitos aspectos.
A verdade é que não temos razões para nos deixarmos levar demasiado por entusiasmos, pois já devíamos ter aprendido que não podem ser duradouros.
A vida é que é, e não pode ser mais do que isso.
Desejamos muito uma coisa, pensamos que se a alcançarmos obtemos uma espécie de céu, batemo-nos por ela com todas as forças. Mas quando, finalmente, obtemos o que tanto desejávamos, passamos por duas fases desconcertantes. A primeira é um medo terrível de perder o que conquistámos: porque conhecemos o que aconteceu anteriormente a outras pessoas em situações semelhantes à nossa; porque existe a morte, a doença, o roubo…
A segunda fase chega com o tempo e não costuma demorar muito: sucede que aquilo que obtivemos perde – lentamente ou de um dia para o outro – o encanto. Gastou-se o dourado, esboroou-se o algodão das nuvens. Aquilo já não nos proporciona um paraíso.
E é nesse momento que chega a desilusão, com todo o seu cortejo de possíveis consequências desagradáveis: podem passar-nos pela cabeça coisas como mudarmos de profissão, mudarmos de clube, trocarmos de automóvel ou de casa, divorciarmo-nos… E, então, surge o desejo de partir atrás de outro entusiasmo: queremos voltar a amar…
Nunca mais conseguimos aprender o que é o amor.
Se nos desiludimos, a culpa não está nas coisas nem está nas outras pessoas. Se nos desiludimos, a culpa é nossa: porque nos deixámos iludir; porque nos deixámos levar por uma ilusão. Uma ilusão – há quem ganhe a vida a fazer ilusionismo – consiste em vestir com uma roupagem excessiva e falsa a realidade, de modo a distorcê-la ou a fazê-la parecer mais do que aquilo que é.
Quando nos desiludimos não estamos a ser justos nem com as pessoas nem com as coisas.
Nenhuma pessoa, nenhuma das coisas com que lidamos pode satisfazer plenamente o nosso desejo de bem, de felicidade, de beleza. Em primeiro lugar porque não são perfeitas (só a ilusão pode, temporariamente, fazer-nos ver nelas a perfeição). Depois, porque não são incorruptíveis nem eternas: apodrecem, gastam-se, engelham-se, engordam, quebram-se, ganham rugas… terminam.
Aquilo que procuramos – faz parte da nossa estrutura, não o podemos evitar – é perfeito e não tem fim. E não nos contentamos com menos de que isso. É por essa razão que nos desiludimos e que de novo nos iludimos: andamos à procura…
De resto, se todos ambicionamos um bem perfeito e eterno, ele deve existir. Só pode acontecer que exista. Mas deve ser preciso procurar num lugar mais adequado.

                                                                                                                       Paulo Geraldo

publicado por Alex às 11:05

01
Out 09

...Walk on the wild side...

publicado por Alex às 11:44
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